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DARK

Fala galera! Tudo bem?? Voltei pra comentar de uma série que explodiu minha cabeça lindamente, e eu preciso muito falar sobre ela! Estou falando de DARK uma série alemã da Netflix, e que é uma das melhores que eu já assisti!

Título: DARK
Criadores: Baran bo Odar, Jantje Friese
Diretor: Baran bo Odar
Gênero: Drama/Mistério/Suspense/Ficção Científica
Ano: 2017
Emissora: Netflix
Temporadas: 2 (3ª já foi confirmada que vai ser a última)
Episódios: 18 (10 na 1ª temporada, e 8 na 2ª)
Duração: 45 minutos (aprox.)
Elenco: Louis Hofmann, Oliver Masucci, Jördis Triebel, Maja Schöne, Sebastian Rudolph, Anatole Taubman, Mark Waschke, Karoline Eichhorn, Stephan Kampwirth, Anne Ratte-Polle, Andreas Pietschmann, Lisa Vicari, Angela Winkler, Michael Mendl
Avaliação: ☆☆☆☆☆
Enredo: O desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas e as relações fraturadas entre quatro famílias da pequena cidade alemã de Winden. A busca por respostas e por um culpado, revela os pecados e os segredos da comunidade, enquanto uma reviravolta sobrenatural remonta o caso à mesma cidade, mas em 1986. A questão não é quem sequestrou as crianças… mas quando.
Nessa série, vamos falar sobre viagens no tempo, que é um tema que me interessa muito! Sempre achei fascinante a questão tempo/espaço, já li muitas teorias sobre o tema, e posso dizer que eu acredito que seja possível, afinal, se pararmos pra pensar, quando vemos as estrelas no céu a noite, estamos olhando para o passado, vendo corpos celestes que já não existem mais, pois pelo tempo que a luz que eles emitem demora para chegar até nós, o que estamos vendo agora no céu, não está do mesmo jeito nesse exato momento.


Como dito na sinopse, vamos ter o desaparecimento de duas crianças logo no início da série, somos apresentados a 4 famílias principais, por assim dizer, que são os Kahnwald, os Nielsen, os Tiedemann, e os Doppler, e temos como palco a cidadezinha de Winden, na Alemanha. Conforme os mistérios sobre os desaparecimentos dos garotos começam a ser investigados, pouco a pouco vamos vendo como a vida dessas pessoas estão ligadas. Na primeira temporada, acompanhamos 3 linhas de tempo que são os anos de 1953, 1986 e 2019. Vamos conhecer alguns integrantes dessas famílias nos três períodos de tempo, e como são muitos personagens, é necessário uma certa atenção do telespectador para não se perder nos acontecimentos. E vai por mim, cada detalhe importa. NADA está ali por acaso.

Já na segunda temporada, são incluídas mais duas linhas temporais, o ano de 1921 e 2052, onde de novo temos alguns dos personagens dessas famílias centrais, e que vão nos explicando algumas pontas soltas que ficaram da primeira temporada, e eu tenho que dizer que algumas são de explodir a cabeça. kkkkk


Também na segunda temporada, vamos ver um pouquinho sobre o Paradoxo de Bootstrap (O paradoxo de bootstrap, ou paradoxo ontológico, é um paradoxo da viagem no tempo em que as informações ou objetos podem existir sem terem sido criados. Após um objeto — ou informações — ser enviado de volta no tempo, ele, recebido no presente, torna-se o próprio objeto ou informação que será inicialmente levado de volta no tempo. Inúmeras histórias de ficção científica se baseiam nesse paradoxo, que também tem sido objeto de artigos científicos de física. O paradoxo de bootstrap conecta de uma forma insana o passado e o futuro, tornando-se de uma certa forma até contraditório. É quase como um loop de acontecimentos que só foram possíveis porque algo do futuro interveio; o acontecimento acaba se tornando o causador dele mesmo.), que é realmente fascinante de se estudar. Por várias vezes nos perguntamos "Quem veio primeiro, foi o ovo ou a galinha?" enquanto assistimos a série.

Como se já não fosse o suficiente, no final da segunda temporada percebemos que na próxima, provavelmente vamos explorar um pouquinho da teoria do multi-verso, que é outro assunto que me chama muuuuuito a atenção. 


Tecnicamente falando, a série é super bem produzida, o elenco é incrível, acho muito maravilhoso que eles tiveram todo um cuidado de escolherem atores extremamente parecidos para interpretar os personagens em suas versões crianças/adolescentes, adultos e idosos, e todos os personagens são muito bem construídos. Toda a fotografia da série é fantástica, a trilha sonora casa super bem com todas as cenas em que é introduzida, a música de abertura é linda, enfim, tudo na série é muito bem feito. Sem dúvida um dos melhores projetos originais da Netflix. E eu estou muito empolgada com o que está por vir! Também fiquei com muita vontade de conhecer outras séries alemãs para saber se todas são tão bem produzidas. Sem dúvida é um prato cheio para quem gosta de sci-fi, teorias da origem do universo e todas as questões sobre espaço/tempo.

Mas me digam ai nos comentários, se vocês também acompanham DARK, se já viram a segunda temporada, e o que estão achando da série até então!! Por hoje é isso, até a próxima!


Castle Rock

Boa tarde galeraaaa! Tudo bom com vocês?! Estou meio sumida, I know, eu poderia até tentar me justificar aqui do porque, mas resumidamente, ando meio desanimada com muita coisa. Mas aos pouquinhos estou tentando retomar meu ritmo e voltar a fazer as coisas que eu mais gosto, que é escrever aqui no blog e gravar vídeos. Enfim. Hoje eu resolvi falar de uma série que deu muito o que falar por ser inspirada em grandes obras do mestre Stephen King, que é Castle Rock, uma série original do serviço de streaming Hulu.

Título: Castle Rock
Criadores: Sam Shaw
Diretor: Daniel Attias, Kevin Hooks, Michael Uppendahl, Nicole Kassell
Gênero: Drama/Suspense/Terror/Thriller
Ano: 2018
Emissora: Hulu
Temporadas: 1 (2ª já foi confirmada)
Episódios: 10
Duração: 42 minutos (aprox.)
Elenco: Andre Holland, Bill Skarsgård, Jane Levy, Sissy Spacek, Melanie Lynskey, Scott Glenn, Adam Rothenberg, Alex Ziwak, Charlie Tahan, Brionne Davis, Caleel Harris, Cassady McClincy, Ann Cusack, Chosen Jacobs, Frances Conroy, Jason Mulcahy, Jeffrey Pierce

Avaliação: ☆☆☆☆☆

Enredo: Castle Rock é uma cidade fictícia localizada em Maine, nos Estados Unidos. Lá, passado e presente se cruzam através das histórias de terror que não só se ouve falar, como é vivida e sentida por seus moradores. Nesta estranha cidade, todo o universo de Stephen King se encontra.
Ok, vamos lá. Acredito que todo mundo que é fã do trabalho do Stephen King ficou sabendo dessa série, já que seria inspirada em várias histórias do mestre, e ambientadas num mesmo contexto. Assim que eu fiquei sabendo dela, como grande apreciadora das obras do King, eu fiquei maluca para assistir. Mas, como infelizmente o Hulu ainda não transmite em territórios nacionais, tive que procurar outros meios de ver a série. Não vou citar nenhuma fonte por aqui, mas não é tão difícil de encontrar nesse mundão que é a internet. E eu digo, vale muito a pena procurar para assistir.


A série é muito boa, e um prato bem cheio de referências para várias histórias como A Espera de um Milagre, o conto Rita Hayworth and Shawshank Redemption (que foi inspiração para o filme "Um Sonho de Liberdade"), O Iluminado, Trocas Macabras, Cujo, A Metade Negra, entre outras mais. Também temos alguns atores que já participaram de adaptações para o cinema de histórias do King, como Bill Skarsgård que interpretou o palhaço Pennywise no remake de It: A Coisa, e Sissy Spacek que foi Carrie White, na primeira adaptação de Carrie, a Estranha.

Castle Rock é uma cidade fictícia no Maine, que serve de palco para algumas das obras que citei a cima, então vemos alguns personagens que já conhecemos, como é o caso do xerife Alan Pangborn, e alguns que tem alguma ligação com personagens icônicos do King, como é o caso de Jackie Torrance, que é sobrinha de ninguém mais, ninguém menos que o nosso Jack Torrance. A história é meio confusa, principalmente no início, não sabemos muito bem para onde vamos com os acontecimentos que passam a se desenrolar, no entanto, ao passar dos episódios, começamos a entender um pouco mais desse universo, onde existe uma realidade paralela, e que ambos se conectam de alguma forma. Temos também questões de tempo e espaço, que admito que chegou a dar alguns nós na minha cabeça. kkkk


Um fato é, é impossível não se envolver na história, porque você fica querendo entender o que está acontecendo a todo momento, e isso prende muito a atenção, faz você criar várias teorias, faz você questionar quem são os mocinhos e vilões de verdade nessa história toda, e quando chegamos ao final... Bem, a minha reação foi de 'WTF????', e claro temos um grande cliffhanger indicando que podemos esperar grandes coisas da continuação, para qual eu estou SUPER empolgada. Ainda mais porque na cena final, depois dos créditos do último episódio, nos da a entender que teremos muitas referencias ao O Iluminado, que é uma das minhas histórias favoritas do King.

Algumas pessoas me perguntaram se é uma série de terror, e apesar de termos alguns elementos aqui e ali, não categorizaria ela como uma série de terror não. Eu acredito que ela se encaixa muito melhor como um suspense/thriller, com algumas doses de drama e até um pouco de ficção científica também, o que poderia ajudar a explicar melhor esse universo paralelo dentro da história.


Eu não quero comentar sobre os personagens ou ao desenrolar da história, porque acho que o mais legal em Castle Rock, é você ser surpreendido e ir pegando as referencias conforme vão surgindo. Mas o que eu posso dizer, é que os personagens são muito bem construídos, entre os meus favoritos estão a Molly, a Ruth, e claro a Jackie. Apesar de parecer confuso no começo, tudo vai se encaixando como um grande quebra-cabeças. E se você, assim como eu, é fã do Setephen King, tenho certeza que vai curtir pra caramba a série. O próprio King elogiou muito a produção nas redes sociais.

Ouvi dizer que cada temporada vai trazer uma história diferente, ainda que se passem no mesmo universo, e isso me deixou com uma pulga atrás da orelha, porque ficaram algumas pontas soltas no final da primeira temporada. Então estou me perguntando até agora se vão explicar na próxima, ou se realmente vão trazer uma nova história, com novos protagonistas e deixar para que nossa imaginação traga as respostas para as perguntas que ficaram no ar. Não vi nenhuma confirmação sobre isso, então vou precisar esperar mesmo para descobrir.


Mas me diz ai, você já viu Castle Rock? O que achou? Animado para próxima temporada? Eu gostei tanto, que estou torcendo muito para o Hulu abrir suas portas para os brasileiros também. kkkk Enfim, por hoje é isso então, um beijo!


The OA

Fala galeraaaa!! Tudo bem?! E hoje eu vim falar com vocês sobre a série The OA, que apesar de ser de 2016, eu só consegui ver agora... Não me julguem! kkkk São muitas séries boas e pouco tempo pra assistir tudo. Mas enfim, de vagar a gente vai pondo tudo em dia. Mas chega de papo e vamos lá!


Título: The OA
Criadores: Brit Marling e Zal Batmanglij
Diretor: Zal Batmanglij
Gênero: Drama/Suspense/Ficção Científica
Ano: 2016
Emissora: Netflix
Temporadas: 1 (2ª já foi confirmada)
Episódios: 8
Duração: 31 - 71 minutos
Elenco: Brit Marling, Emory Cohen, Scott Wilson, Phylliss Smith, Jason Isaacs, Nikolai Nikolaeff, Alice Krige, Patrick Gibson, Brendan Meyer, Ian Alexander, Vai Brill, Paz Vega, Victor Slezak, Brandon Parea
Avaliação: ☆☆☆☆☆
Enredo: A série centra-se em Prairie Johnson (Brit Marling), uma jovem adotada e inicialmente cega, que ressurge depois de ter desaparecido por sete anos. Após seu retorno, Prairie se auto denomina como "OA", contém cicatrizes nas costas e com a capacidade de enxergar. Prairie se recusa a dizer ao FBI e seus pais adotivos onde ela esteve, o que houve com ela e como sua visão foi restaurada; ao invés disso ela rapidamente monta uma equipe de cinco moradores da cidade, a quem ela revela toda informação omitida e explicando sua história de vida. Finalmente, ela pede ajuda para salvar as outras pessoas desaparecidas que ela afirma estarem atualmente em outra dimensão.
Eu admito, que eu não estava com grandes expectativas com a série, mesmo sabendo que ela fez muito sucesso quando foi lançada, inclusive vários amigos meus, e pessoas próximas me recomendaram assistir a série, dizendo que era realmente muito boa. Mas eu fui enrolando, colocando outras que eu já acompanhava na frente, priorizando outras que me chamaram mais a atenção, enfim... Acabei pegando para assistir nos últimos dias, e eu AMEI a série!


The OA vai falar sobre assuntos que eu acho extremamente interessantes, como vida após a morte, experiências de quase morte, e também nos apresenta à um mundo espiritual criado de uma forma muito bacana! A série também vai falar sobre teorias científicas que eu gosto bastante, como outras dimensões paralelas a nossa, e ao conceito do multi-verso. E claro tem toda uma tensão de suspense que envolve a trama, mas que não vou detalhar muito aqui, afinal, apesar da série ter sido lançada em 2016, de repente nem todo mundo que está lendo isso já assistiu, e vale muito a pena ser pego de surpresa em alguns momentos.

Apesar dos temas parecerem um pouco 'polêmicos', eu achei que eles souberam trabalhar muito bem essa questão do que existe do outro lado, mesclando espiritualidade com ciência de uma forma muito legal. A protagonista me cativou bastante, não só pela personalidade dela, mas também pelas crenças que ela tem, e a forma como ela lida com tudo que aconteceu durante sua vida. Outros personagens que eu gostei muito foram a professora Betty, a Michelle/Bud, o Alfonso, e o Homer também.


A segunda temporada já foi confirmada pela Netflix, inclusive já começou a ser gravada, com previsão de estréia ainda para este ano. Eu admito que estou muito ansiosa para saber o que acontece, porque ficaram algumas questões em aberto ainda, e acabou com um cliffhanger de tirar o fôlego.

Enfim, para quem ainda não viu a série, eu super recomendo! E quem já viu, me diz ai o que você achou, mas sem deixar spoilers kkkk. Bom, por hoje é isso, até a próxima!!


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